Assumindo o papel de vanguarda da juventude brasileira, a UJR sabe da necessidade de ampliar e qualificar o debate das ideias em torno da crítica ao capitalismo, e, principalmente, apontar o socialismo científico como a única saída para a humanidade. Para atingirmos essa meta, é fundamental a difusão do marxismo-leninismo entre a juventude brasileira.
Com esse intuito foi realizado o 2º Curso de Marxismo na UFABC, que teve como recorte temático a chamada “Dialética da Natureza”. O curso foi dirigido pelo diretor do Centro Cultural Manoel Lisboa (CCML) de São Paulo, Luiz Fernando.
No último dia 6 de julho, foram aprovadas por uma comissão especial da Câmara dos Deputados, alterações no Código Florestal Brasileiro. Pela nova redação, não haverá mais a obrigatoriedade de se preservar 30 metros de vegetação na beira dos rios (matas ciliares), mas apenas 15 metros, em se tratando de cursos d'água que tenham de cinco a dez metros. Além disso, propriedades com até quatro módulos fiscais (que variam de acordo com a realidade geográfica sendo 5 ha em Recife-PE e 110 ha em Corumbá no MS), que já tenham desmatado áreas de Reserva Legal, não serão mais consideradas ilegais e nem precisarão replantá-las. Pelo novo Código, os topos dos morros também deixam de ser considerados Áreas de Preservação Permanente (APP) e podem ser desmatados. São justamente estas áreas que recarregam os lençóis freáticos. O Código Florestal, que é a lei federal 4.771, existe desde 1965 e é responsável por regular a relação entre os brasileiros e os biomas do país.
Teve fim em julho o sequestro de Shahram Amiri, pesquisador universitário que trabalha para a Organização de Energia Atômica do Irã e que desapareceu durante uma peregrinação à Arábia Saudita, em 2009.
Será lançado este ano um estudo da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) e do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef), que constatou que quase 63% das crianças e adolescentes da América Latina são pobres.
Com entusiasmo e alegria revolucionária de 12 a 16 de julho realizou-se, em Quito, capital do Equador, o 14º Seminário Internacional Problemas da Revolução na América Latina, que este ano teve como tema central Diante da crise: revolução ou reformismo?
Promovido pelo Partido Comunista Maxista-Leninista do Equador (PCMLE) e pelo Movimento Popular Democrático (MPD), este ano o Seminário Internacional contou com a participação de delegações da Argentina, Brasil, México, República Dominicana, Peru, Chile, Venezuela, Haiti, Rússia, Filipinas, Alemanha e Colômbia, que foram recebidas na Casa dos Professores, sede da União Nacional dos Educadores (UNE).