Florestan Fernandes nasceu em São Paulo, no dia 20 de julho de 1920. Sua mãe, Maria Fernandes, era uma imigrante portuguesa, analfabeta, que sobrevivia como lavadeira. A madrinha, patroa de sua mãe, o chamava de Vicente, pois considerava que Florestan não era nome adequado para pobre.
Começou a trabalhar aos seis anos de idade para ajudar sua mãe no sustento da casa. Foi engraxate, auxiliar de marceneiro, auxiliar de barbeiro, alfaiate, balconista de bar, cozinheiro. Parou de estudar aos nove anos de idade, no terceiro ano primário, por não conseguir conciliar a escola com o trabalho. Somente aos 17 anos, concluiu o Madureza (supletivo), por incentivo dos clientes do Bar Bidu (Rua Líbero Badaró-São Paulo), que o achavam muito inteligente. Eles se impressionavam com os comentários do jovem balconista e cozinheiro sobre a política e a realidade brasileira.
“É uma história de crime, mas é também uma história de guerra sobre a luta de classes”. Assim, Michael Moore define o seu mais novo filme Capitalismo: uma história de amor.
Mesmo sob o jugo do regime czarista e sofrendo uma grande perseguição, os bolcheviques russos conseguiram financiar suas lutas e conduzi-las até a realização da revolução. Utilizaram, para tanto, medidas como caixas externos (para colaboração financeira) recolhidos entre apoiadores, contribuição de jovens que resistiam ao regime do czar, recolhimento regular de contribuições dos próprios operários para preparação das greves, eventos ou venda de produtos para o fortalecimento das caixas sindicais.
Judeu identificado com as melhores tradições humanistas de nossa cultura, sinto-me profundamente envergonhado com o que sucessivos governos israelenses vêm fazendo com a paz no Oriente Médio.
As iniciativas contra a paz tomadas pelo governo de Israel vêm tornando cotidianamente a sobrevivência em Israel e na Palestina cada vez mais insuportável.
Várias personalidades importantes da Revolução Cubana participaram da XVIII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba, entre elas Juan Carlos Machado, diretor do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (Icap) e um dos responsáveis pelas brigadas de trabalho voluntário em Cuba. Em entrevista a A Verdade, ele fala sobre os 50 anos que o Icap completa este ano, das brigadas de trabalho voluntário e do movimento de solidariedade a Cuba no Brasil e no mundo.